O tom da nossa conversa estava mudando, a tensão que eu sentia no ar estava diminuindo lentamente. Scarlett começava a entender que minhas intenções eram verdadeiras, que meu desejo de reconstruir nossa relação era sólido, sem pressa. O passado não importava mais. O que importava era o futuro. O que importava era que nós dois conseguíssemos, com paciência, recomeçar.
“Não vou te perseguir ou te sufocar, Scarlett,” continuei, a voz calma, os olhos fixos nos dela. “Vou esperar as coisas acontecer