Oxford, trinta e dois anos atrás.
A manhã estava quieta quando Diana sentou-se e pegou o violino.
Maxwell havia saído cedo para a empresa — havia um problema para ser resolvido, um daqueles que ele levava para casa na cabeça nos dias anteriores, aquela qualidade de preocupação profissional que ela havia aprendido a reconhecer como sinal de que era um caso importante. Ela havia feito o café, esperado ele sair, e então havia ficado na sala em silêncio por um tempo que não soube medir, sentindo a