A casa ficou quieta por volta das dez da noite.
Theo havia ido dormir sem resistência incomum — o dia havia sido longo o suficiente para esgotar até a energia considerável de um menino de onze anos — e Luna havia ficado no quarto dela, o que Helena soube pela luz embaixo da porta e pelo silêncio particular de adolescente que está acordada, mas não quer ser encontrada. Provavelmente com a pulseira no pulso e os próprios pensamentos por companhia, que era exatamente o que aquela noite pedia para