Helena passou a manhã seguinte em casa, fingindo normalidade.
Fez o café, arrumou as tranças de Luna, ouviu a menina recitar a música que estava aprendendo na escola como se fosse a coisa mais importante do mundo — e era, de certa forma. Era exatamente o tipo de coisa que Helena precisava ouvir para não deixar o medo engolir tudo. Quando o carro da escola sumiu na esquina, ela ficou parada na varanda por alguns minutos, o vento frio de Oxford cortando o rosto, e só então deixou o ar sair devaga