Gabrielle Goldman
Era ela que me matava lentamente, sem precisar levantar a voz, sem precisar me encurralar contra uma parede, sem precisar me obrigar a nada. E o pior de tudo era que eu sequer conseguia me defender. Não de verdade. Porque, em algum lugar dentro de mim, existia uma parte que não queria se defender. Uma parte que permanecia ali, observando, ouvindo e acreditando.
Porque era naquela versão que eu enxergava sua humanidade.
Era naquela versão que encontrava rachaduras no monstro. E