Mundo de ficçãoIniciar sessãoGabrielle Goldman
Eu conhecia bem demais aquele olhar. Era o mesmo olhar que me encarava todas as manhãs no espelho: o de quem carrega algo imperdoável nas costas, algo que nem o tempo, nem o amor, nem a redenção jamais seriam capazes de apagar.
A diferença é que, naquele momento, eu me recusei a deixar que ele afundasse sozinho.
Merda... Quem, exatamente, eu pensava q







