338. Eu estava exausta

Naquela manhã, ao abrir os olhos, um velho poema atravessou minha mente como um sussurro antigo que finalmente fazia sentido. Eu sempre gostei dele, havia algo de etéreo e trágico nos seus versos que me cativava, mas nunca o compreendi por completo. Até aquela manhã.

A melancolia que exalava das palavras era diferente de qualquer tristeza passageira que eu já tivesse sentido. Era uma dor silenciosa, que não grita nem exige atenção, mas que permanece cravada sob a pele como uma tatuage
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