Depois que a porta se fechou, a mansão não voltou ao normal.
O silêncio permaneceu — não o silêncio comum, mas aquele que fica depois de algo importante acontecer. Um silêncio que cobra atenção. Um silêncio que exige escolhas.
Ela permaneceu imóvel por alguns segundos, sentindo o próprio corpo reagir atrasado demais. O coração ainda acelerado. A garganta seca. A sensação incômoda de que tinha atravessado uma linha invisível sem saber exatamente onde ela estava.
A criança sentou-se novamente no