Adrian não esperou a noite.
Depois da ligação de Isabella, algo dentro dele atravessou uma linha sem retorno — como se, pela primeira vez, ele tivesse aceitado que a guerra não podia ser travada com gentileza.
Ele entrou no quarto de Elias e se abaixou diante do filho.
— Campeão… eu preciso sair por algumas horas. Mas você vai ficar com a Luna e com os homens da segurança, tá bem?
Elias segurou a mão dele, hesitante, olhando para Luna como se pedisse confirmação.
Luna se aproximou.
— Eu fico aqui com você o tempo todo — prometeu.
Elias assentiu.
Adrian beijou a testa do filho e saiu do quarto.
No corredor, parou diante de Luna.
— Eu vou ver a Isabella — disse, baixo.
Luna arregalou os olhos.
— Adrian, isso pode ser uma armadilha.
— Tudo aqui é uma armadilha — ele respondeu. — A diferença é que agora eu também vou montar uma.
Moura apareceu na porta do escritório.
— Eu vou com você.
Adrian assentiu.
— Ótimo.
Luna segurou o braço de Adrian.
— Se ela está conectada com os Moreau, você nã