O silêncio que se seguiu à frase de Adrian pareceu empurrar as paredes da sala para mais perto. Luna sentiu o ar rarear, como se a mansão inteira tivesse prendido o fôlego ao ouvir aquilo. Elias agarrou-se ao pescoço dela, o brinquedo esmagado entre os dedos pequenos, o corpo rígido de pavor.
Adrian largou o celular sobre a mesa com força. O impacto ecoou seco, como um tiro abafado.
— Isso não é uma ameaça vaga — disse ele, andando de um lado para o outro, os passos duros no piso. — É uma ordem