CAPÍTULO 13 — O QUE ELA ESCONDEU

A caixa parecia pulsar com energia própria. Não havia nada sobrenatural nela — mas o que representava era mais assustador do que qualquer fantasma. Luna sentiu Elias segurar seu braço com tanta força que suas unhas finas quase marcaram sua pele. O menino tremia, respirava rápido demais, seu peito subindo e descendo em espasmo silencioso.

Adrian permaneceu ajoelhado, as mãos firmes, mas o rosto… era outro. Não o bilionário implacável, não o CEO calculado, não o homem que coordenava o mundo inteiro com um levantar de sobrancelha. Era um homem que tinha acabado de encontrar uma peça de um quebra-cabeça que vinha tentando montar desde o dia em que sua esposa morreu.

— Tem mais coisas — disse Adrian, com a voz rouca.

Ele tirou o lenço dobrado. Era branco, com bordas rendadas, e o nome “MARIE VALMONT” bordado em azul-claro, elegante. Luna sentiu um arrepio percorre-lhe o corpo quando tocou no ar frio que saiu da caixa.

— Isso estava enterrado? — perguntou Luna, chocada.

— Estava — respondeu
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