Isis apenas assentiu com a cabeça, sem condições de responder.
Alex foi para a cozinha e quando voltou, com a caneca em mãos, parou com a cena que via.
Isis dormia profundamente.
A boca entreaberta, a respiração calma, o corpo enrolado no próprio braço. Duck estava sentado no chão, rígido, como se fosse um guarda-costas peludo, com a cabeça apoiada no colo dela imóvel e protetor.
A imagem era tão inesperadamente terna que Alex sentiu o peito aquecer.
— Vocês dois vão me matar… — murmurou, sorrindo.
Pegou o celular no bolso e tirou uma foto. Precisava guardar aquilo. E, se possível, usar contra ela no futuro, só um pouquinho.
Aproximou-se, colocou a caneca na mesa de centro e, com delicadeza, passou um braço por baixo das pernas dela e outro pelas costas.
Ela nem se mexeu quando ele a levantou.
— Vem, dorminhoca. — murmurou, ajeitando-a no colo.
Levantou devagar, tomando cuidado para não sacudir demais. Duck seguiu atrás dele, como uma sombra protetora.
No quarto de hóspedes, Alex deit