Duck subiu na cama imediatamente, cheirou Ísis, deu uma volta curta e deitou aos pés da cama, como se tivesse assumido oficialmente o posto de guardião da noite.
Alex piscou algumas vezes, tentando entender se tinha realmente ouvido aquilo ou se ainda estava preso naquele estado turvo entre sono e sonho.
Isis estava sentada, o peito subindo e descendo rápido, como se tivesse corrido uma maratona emocional dentro da própria cabeça. As lágrimas ainda escorriam em silêncio, traçando caminhos desordenados pelo rosto.
— Isis… — ele murmurou, erguendo o tronco devagar. — O que aconteceu?
Ela respirou fundo, mas o ar entrou em soluços.
— Eu… eu sonhei com ele. — confessou, perdida. — Eu ouvi a voz dele… senti o cheiro dele… ele estava aqui…
A dor era tão palpável que Alex sentiu o estômago se contrair.
Ele pegou o celular no chão e se aproximou devagar.
— Vem cá… — disse, estendendo a mão.
Isis pegou a mão dele.
Alex sentou na beira da cama, e ela deslizou automaticamente na direção dele, co