Quando o relógio marcava seis da tarde, a cafeteria já não ficava mais tão cheia como em qualquer outro horário.
Era hora de ajeitar as coisas, fechar o caixa, e dar tchau para o estabelecimento.
Emily, a dona, passava por lá de duas a três vezes na semana. Era uma mulher de cinquenta anos super tranquila, que confiava cegamente em Joseph para gerenciar tudo.
E não era necessário muito, visto que o café era pequeno e tinha poucos funcionários, que revesavam durante a semana.
Nunca pensei que