Enquanto Miguel segurava as mãos de Clara, tentando acalmá-la com sua promessa de protegê-la, o som do telefone dele cortou o silêncio, vibrando sobre a mesa. Ele olhou para o aparelho, a mandíbula tensionando ao ver o número no visor.
"Eu preciso atender," disse ele, soltando as mãos dela com relutância.
Clara assentiu, observando enquanto ele se afastava para o quarto, levando o telefone. Fechou a porta atrás de si, mas mesmo assim, Clara conseguia ouvir o tom abafado de sua conversa, carrega