— Sra. Luiza, essa sua postura... Não seria medo, seria? — Yuri comentou, frio, com desdém pela ousadia descarada daquela mulher.
— Medo? Eu? No Grupo Laporta, aqui na Cidade J, nós não temos medo de nada. — Respondeu Sra. Luiza, com um tom repleto de arrogância.
Ela não havia chegado tão longe na vida sem usar artimanhas. Era uma mulher que sabia usar as ferramentas à sua disposição para se impor.
— Se não tem medo, por que então está tentando de todas as formas impedir nossa participação nesta