HELOÍSA
Se alguém me dissesse, alguns meses atrás, que um simples sábado na praia ia parecer terapia intensiva para a minha sanidade mental, eu teria rido. Provavelmente com olheiras, café na mão e um leve surto emocional em andamento — mas teria rido.
O final de semana finalmente tinha chegado, e pela primeira vez em dias eu não acordei com o despertador, nem com a vozinha da Kitana chamando “Helôoo” do corredor. Acordei com o barulho do ventilador velho do meu quarto porque o calor estava ins