KITANA
—Almoço? — Glenda apareceu na porta da minha sala sem nem bater, como sempre.
Levantei o olhar devagar.
—Preciso.
Ela estreitou os olhos.
—Isso foi um “preciso comer” ou “preciso não surtar”?
—Os dois.
—Ótimo, porque eu também tô no segundo.
Suspirei, pegando minha bolsa.
—Vamos.
Escolhemos um restaurante mais sofisticado, mas ainda assim confortável. Um daqueles lugares com iluminação suave, música ambiente discreta e cheiro de comida boa que abraça você antes mesmo de sentar.
A gente s