KITANA
Assim que a porta da minha sala se fechou atrás de mim, minhas pernas simplesmente cederam. Foi como se toda a força que eu tinha usado para me manter de pé lá fora tivesse se esgotado de uma vez só.
Eu caminhei no automático até a minha mesa, mas mal consegui puxar a cadeira antes de me sentar de qualquer jeito, como se meu corpo não respondesse mais aos meus comandos.
Minhas mãos tremiam e meu peito doía.
Não era uma dor física exatamente era algo mais profundo, mais antigo e cruel.
Eu