Giulia Rossi já podia sentir o gosto ferroso da humilhação quando a mão desceu tão próximo ao rosto que a brisa pesada a bateu, forçando-a a fechar os delicados e tristes olhos.
Ela estava tão assustada como nunca estivera na vida. O pavor a consumiu. Aquela foi a primeira vez em que sentiu que talvez merecesse o tapa. Depois do que ela deixou acontecer. Depois de como se deixou levar, a culpa a corroía tanto que ela mal podia respirar.
Mas a mão não a atingiu, por mais que ela a desejasse