CAPÍTULO 181 PORTAS FECHADAS
LUNA CASTELINI

O vento da manhã bateu forte contra o meu rosto assim que pisei na calçada de pedra, trazendo o cheiro salgado dos canais e a certeza de que o tempo de passear havia acabado. O silêncio do kitnet após a partida da minha tia Lu ainda ecoava nos meus ouvidos como um lembrete doloroso da minha solidão.

Apertei a pasta plástica contra o peito, sentindo o volume dos trinta currículos que eu havia impresso na noite anterior com as minhas poucas moedas. Minhas pernas tremiam de leve
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