Mundo de ficçãoIniciar sessãoAina
Quando estacionei na porta do hospital, desci do veículo em prantos, enquanto gritava por ajuda. Eu mal conseguia andar e fui amparada por uma das enfermeiras enquanto os paramédicos de emergência tiravam Bruno do veículo e o colocavam em uma maca.
— Vocês precisam ajuda-lo... ele não pode morrer! — implorei, para um dos homens que levavam a maca pa







