O silêncio na sala era sufocante.
Kai permaneceu parado, os braços cruzados, o maxilar travado. Esperando. Porque não ia dar a Lucian a satisfação de falar primeiro.
Lucian suspirou, sentando-se no sofá com elegância casual.
— Quantos anos você tem, Kai?
Os olhos de Kai se estreitaram.
— Não é da sua conta.
— Acho que é sim. Especialmente se vamos trabalhar juntos.
— Não importa.
— Importa pra mim. — Lucian manteve o tom calmo. — Quero te conhecer melhor. Pelo menos um pouco.
— Para de tentar o