Mundo ficciónIniciar sesiónLa noche en que secuestraron a mis suegros, mi esposo decidió acompañar a su primer amor en el Día de San Valentín. Sin mediar palabra, contacté inmediatamente a la Brigada Licántropa de Rescates para que los rescataran. En mi vida anterior, a causa de mi resistencia, él decidió salvar a sus padres en lugar de estar con ella. Después, su amada, Carolina, fue encontrada en las montañas, con el corazón arrancado, muerta a manos de unos hombres lobo salvajes. Después del hecho, mi esposo, Leo, no habló de lo ocurrido... hasta que, cuando yo estaba embarazada y a punto de dar a luz, me arrojó a las mismas montañas. —Lucía, ¡si no fuera por ti, Carolina seguiría viva! — —¿Cómo te atreves a vivir en paz? Haré que sufras lo mismo por lo que ella pasó. — Las fauces lobunas nos destrozaron a mi bebé y a mí. Al renacer, volví a la noche del secuestro de mis suegros. Esta vez él eligió acompañar a su amada sin participar en el rescate. Pero el precio fue más alto de lo que imaginaba: de la noche a la mañana, sus cabellos quedaron blancos.
Leer másGiovanna
— Rápido, precisamos de mais pessoas aqui!
Alguém grita em meio ao caos dentro de um hospital público, enquanto os feridos não param de chegar. Fala-se em uma guerra entre facções. Uma disputa brutal e incontestável territorial pelo tráfico de drogas, e armas.
Bando de imbecis! Será que eles não conseguem ver que estão matando uns aos outros por nada?
— Doutora Giovanna, precisamos de você aqui! — Uma enfermeira pede em meio a uma turbulência de gritos, choros e gemidos doloridos.
— Só um instante, u já estou terminando aqui!
Meu nome é Giovanna Fontana. Atualmente trabalho como médica residente em um hospital público situado no centro de Verona – na região da Sicília. Entretanto, já estou no meu penúltimo ano de medicina e anseio por uma carreira de sucesso na área de cardiologia. E fora todo esse caos de dor, e de morte ao meu redor, eu amo o que faço. Contudo, não fiz isso sozinha. Na verdade, eu devo cada pedacinho dessa minha conquista Arturo Fontana, meu irmão mais velho. A verdade é que, desde que os nossos pais morreram ele se tornou a minha única família – o meu tudo. E acredite, ele me deu tudo que uma adolescente precisava para ser feliz, além de boa educação e muita dedicação. Arturo desistiu de tudo por mim – e quando eu digo tudo, quero dizer a faculdade de administração e uma carreira de sucesso, tudo isso para tornar-se meu pai e mãe. E para isso, tornou-se um dos melhores policiais que essa cidade já teve. Devo dizer que tenho muito orgulho do meu irmão e que faço tudo para ser o orgulho dele também.
— Giovanna! — Desperto quando doutora Sienna solta um grito de desespero.
— Termine isso para mim! — peço para a enfermeira que está do meu lado e corro ao seu encontro.
— Nós o estamos perdendo! Não sei mais o que fazer. — Ela fala para a sua equipe. — Aplique mais uma dose de adrenalina, agora!
Eu sei que deveria estar lá, ajudando a equipe a salvar mais uma vida, mas a farda ensanguentada me fez paralisar a centímetros da cama estreita e um zumbido abafou todas as vozes desesperadas ao meu redor.
Não pode ser!
Um eco vibrou dentro do meu cérebro, roubando todas as minhas forças, tirando de mim a capacidade de respirar, mas principalmente, tirando o chão de debaixo dos meus pés.
— Giovanna! — Sienna adverte-me com outro grito, puxando-me de volta uma realidade cruel e só então resolvo me mexer do meu lugar.
— Arturo, fale comigo, irmão! — peço em agonia, segurando em cada lado do seu rosto sujo de sangue. — ARTURO… — As lágrimas embaçam os meus olhos. — ABRE OS OLHOS, POR FAVOR!
— Tirem-na daqui! — Alguém ordena e sou literalmente puxada para longe dele. E depois disso, tudo se parece com uma cena de filme de terror em câmera lenta bem diante dos meus olhos. Os médicos lutando pela sua vida. O seu corpo inerte não esboça qualquer reação e em meio a isso tudo, o meu desespero só aumenta.
Ele se foi! Penso quando a equipe o abandona e vai em socorro de outros pacientes. Eu tinha um mundo todo perfeito onde meu irmão mais velho era o meu herói. Onde eu julguei que ele seria indestrutível e que eu jamais ficaria sozinha. Mas agora estou sozinha.
Quebrada e sozinha. E não sei que direção seguir.
… Doutora Giovanna Fontana!
Arturo cantarolou orgulhoso e cheio de si, esbanjando um sorriso sem tamanho.
… Nossos pais sentiriam muito orgulho de você, irmãzinha.
Sorrio ao lembrar-me do seu sorriso, mas não consigo parar de chorar.
… Isso aqui é para você.
Ele disse uma vez, sem me dar qualquer explicação, ao me entregar uma bolsa cheia de dinheiro.
… Mas isso é muito dinheiro, irmão!
… Eu sei. Ele é para o seu futuro, irmãzinha.
… Não posso aceitar tudo isso, Arturo.
… Você pode e vai.
— Por quê? — sussurro em amargura.
… Quero que me prometa que nunca irá desistir, Giovanna.
… Eu não vou, irmão.
… É sério, Gio. Mesmo que eu não esteja aqui com você, me prometa que jamais desistirá.
… Mas você vai estar aqui. E por que não estaria?
Em resposta ele beijou os meus cabelos.
Meu Deus, eu sou tão boba! Ele era um policial. Um homem da lei e isso poderia acontecer a qualquer momento.
— É por aqui, Senhorita!
Um médico legista diz quando adentro o necrotério horas depois, e inevitavelmente observo as suas paredes cinzas, que tem uma frieza implacável. Tão sombrias quantos a dor que me parte ao meio. O som da rampa metálica se arrastando minutos depois me faz fitar o embrulho negro, deitado sobre uma placa fria e ao mirar o seu rosto pálido, adormecido para a eternidade, lágrimas silenciosas voltam a inundar os meus olhos outra vez.
— Pode me deixar sozinha por alguns minutos? — peço, mas não tenho certeza de que ele me escutou. — Eu gostaria de me despedir dele. — Contudo, o fato de o homem sair da sala e fechar a porta me diz que sim.
Engulo um nó em minha garganta e trêmula, deslizo a minha mão pelo seu peitoral frio. Entretanto, algo me chama a atenção. Uma carta de baralho largada na lateral do seu corpo. Curiosa, seco as minhas lágrimas e a seguro para olhá-la com curiosidade. Meu coração b**e forte quando tenho o vislumbre de uma rosa negra e espinhosa bem atrás do pequeno cartão, com alguns detalhes destacados em vermelho-sangue.
O ar me falta.
La Noitte Rossa. Penso, amassando a carta entre os meus dedos. Contudo, meu maxilar se enrijece sobremaneira, de forma que os ossos da minha face reclamam e uma fúria negra percorre as plantas dos meus pés, absorvendo todo o meu sistema, convertendo cada sentimento de dor em um instinto de vingança.
— Eu vou vingar a sua morte, irmão — prometo. — Não importa como, eu farei isso nem que seja a última coisa que eu faça em vida.
Después de que a Carolina se la llevaran los policías, empecé a preparar los arreglos para el funeral de mis dos suegros. Fui personalmente a elegir el cementerio. Como los dos murieron juntos, compré un ataúd doble para no separarlos. Luego, consulté con un brujo para la mejor fecha de sepultura.Después de organizar todos los detalles, envié avisos funerarios a los parientes y amigos de mis suegros, y anuncié la fecha de la sepultura.Dos días antes del funeral, recibí una llamada de la funeraria. —Luna Lucía, el Alpha ha estado durmiendo aquí durante estos días. Por favor, venga y llévelo de aquí. Está afectando nuestro trabajo. —Conduje el coche hacia la funeraria. Cuando llegué, vi a Leo tendido en el suelo, desaliñado. Sus ojos estaban llenos de vetas rojas y eran aterradores. Su cabello estaba completamente blanco. También tenía una herida en la frente que parecía ser un agujero causado por un golpe.El trabajador me dijo en voz baja: —Cuando el Alpha vio los cuerpos de los
Pero del otro lado debía estar ocupado, así que la llamada no se conectó. Luego, llamó al tío Carlos. Cuando Carlos contestó la llamada, lloró y le preguntó a Leo: —¿Dónde estás? ¡Vuelve inmediatamente! —Leo frunció el ceño. —Tío, estoy en casa. ——¿Has visto a tus padres? ¡Les han arrancado el corazón! ¿Por qué aquellas bestias los odiaban tanto? Leo, les debo disculpas. ¡Yo debería haber muerto! —Cada palabra de Carlos llegó acompañada de sus llantos. El rostro de Leo se volvió gradualmente serio. Apretó los dientes y preguntó en tono grave: —¿Volviste a beber? —Carlos lloró: —Ojalá estuviera borracho. Ojalá todo fuera un mal sueño. Los hemos perdido porque no creí las palabras de Lucía. —Después de decir esto, volvió a llorar. Leo colgó la llamada. Carolina se le acurrucó al brazo para consolarlo. —Seguramente Lucía y tu tío te están mintiendo. Pregunta a Fernando. —Parecía que Leo recordó la llamada de Fernando de la noche anterior, y un profundo malestar surgió en su co
Después de decir esto, el rostro de Leo se puso pálido de rabia. Antes de que él pudiera hablar, Carolina, que estaba a su lado, habló: —Lucía, ¿no es demasiado? ¿Estás maldiciendo a los mayores? ——No me imaginaba que fueras tan maligna. Ellos que tanto que quisieron. ¿Así es como agradeces? ¿Tan pronto cambias de actitud ahora que quieres separarte? —Miré a Carolina y luego a Leo. Vi que Leo estaba lleno de furia. —Lucía, has estado payaseando toda la noche. ¿No has tenido suficiente? —Lo miré con calma y le pregunté de nuevo: —¿Asistirás? —Leo estaba furioso y me empujó violentamente, gritándome: —¡Deja de hacer tonterías aquí! ——Lucía, si estás loca, ve a tratarte cuanto antes. —No me quejé del empujón. No era yo quien había perdido a sus padres, sino él.¿Para qué darle más problemas a alguien quien ha perdido a sus padres?—Repito lo que dije antes. Ya te he dado la notificación. ——Dividiré los bienes según el acuerdo. Celebraremos la ceremonia de ruptura del víncul
Cuando llegué a casa, Leo y Carolina ya habían vuelto.Carolina estaba sentada en mi cama, y Leo estaba agachado en el suelo aplicándole una pomada. Cuando me vieron aparecer de repente, ambos se quedaron momentáneamente desconcertados, pero pronto se mostraron tranquilos.—¿Te has vestido así? ¿Pasaste la noche por fuera? —Escuché las palabras de Carolina y miré a Leo, quien estaba concentrado en tratar las heridas con la cabeza baja. Él sostenía el pie de Carolina como si fuera su tesoritoo inestimable. Era solo un pequeño rasguño.Recordé vagamente el aborto poco después de casarme. Leo fue muy frío en aquel entonces. Mi suegra me cuidó durante un mes entero. Leo estaba siempre trabajando o de viaje de negocios. En aquel entonces, lo entendía por su ocupación laboral. Eso era solo una excusa que me daba por él. Si hubiera sido Carolina, probablemente se hubiera preocupado tanto que se la pasaría cada momento a su lado.Si no hubiera muerto una vez, nunca me habría dado cuenta.
Último capítulo