Iolanda
Eu não conseguia ficar parada.
Andava de um lado para o outro com Apolo no colo, tentando manter a calma, mas era impossível. O hospital inteiro parecia carregado depois do que aconteceu. As pessoas cochichavam nos corredores, comentavam sobre o que Giovani tinha feito com Giancarlo, e, pela primeira vez em muito tempo, ninguém ousava falar alto. O silêncio não era respeito. Era medo. E, naquele momento, o medo estava fazendo exatamente o que precisava: colocando tudo no lugar.
Apolo