Irina
A ameaça daquela mulher permaneceu presente na minha mente desde o momento em que tudo aconteceu, não como medo, mas como um alerta constante que não permitia descuido. Era o tipo de sensação que não desaparece, que se instala e acompanha cada movimento, cada decisão, cada silêncio. Passei a observar tudo com mais atenção do que o habitual, não apenas o que estava diante de mim, mas também o que não era dito, o que ficava implícito nas atitudes das pessoas ao redor. Nos treinos, não houve