Yana
O despertar não teve a eletricidade das outras noites. Foi um retorno vagaroso, pesado, emergindo de um apagão que deixou os meus músculos dormentes e a minha mente nublada. Quando abri os olhos, a luz vermelha do quarto privativo havia sido desligada, substituída pelo tom cinzento e frio do amanhecer de Chicago, que filtrava pelas frestas da persiana.
Tentei me mover, mas um peso morno cruzava a minha cintura. Brandon estava deitado de lado, com o rosto colado nas minhas costas, respirand