— É uma pena — ela deu ombros, um sorrisinho maldoso nos lábios avermelhados que retinham o olhar fixo do equatoriano. — Eu sempre acreditei na premissa de que “os opostos se atraem”.
Alexandria abriu aspas no ar ao citar a frase, mas, ao invés de retornar os braços para debaixo d’água, onde estavam antes, ela envolveu o pescoço dele, quebrando mais a distância entre eles.
Sob a superfície, os dedos do equatoriano tatearam o couro da calça da fotógrafa até alcançar os botões e manter uma das