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CAPÍTULO 18: CENTELHA

A casa respira vigilância agora, mas o silêncio tem dentes e cada som passa por um filtro: natural ou armadilha? Após o “olho” na biblioteca, Dante traça um novo mapa. Áreas seguras: a despensa (vazia, Moraes foi levado por Leandro antes do amanhecer) e meu quarto. O resto é palco. Nos comunicamos por bilhetes queimados e toques de ombro em corredores limpos. Um aperto significa “concordo”. Um toque no pulso, “atenção”.

Meu quarto não é mais um refúgio, é um quartel-general. Um mapa da mansão, desenhado por mim está escondido atrás do guarda-roupa, marcamos suspeitas com alfinetes vermelhos e mapear nossa própria prisão é um ato perverso de liberdade.

Melissa é nossa cartógrafa silenciosa, deixa um lápis preto onde um corredor leva a uma sala trancada. Um doce em cima de um respiradouro, de onde sai um fio quase invisível. Ela nos guia sem um som.

A tensão constante corrói tudo e a performance com Lara é cada vez mais difícil. O Neurovax parece ajudar. Seu rosto tem um pouco mais de c
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