A casa respira vigilância agora, mas o silêncio tem dentes e cada som passa por um filtro: natural ou armadilha? Após o “olho” na biblioteca, Dante traça um novo mapa. Áreas seguras: a despensa (vazia, Moraes foi levado por Leandro antes do amanhecer) e meu quarto. O resto é palco. Nos comunicamos por bilhetes queimados e toques de ombro em corredores limpos. Um aperto significa “concordo”. Um toque no pulso, “atenção”.
Meu quarto não é mais um refúgio, é um quartel-general. Um mapa da mansão,