Depois de seis meses, finalmente estou reabrindo a confeitaria e o nosso café. Estava com tanta saudade de fazer o que amo! Keké e Jully voltaram para Nova York, e é uma pena que não estejam aqui hoje.
Paro o carro no estacionamento dos funcionários, desço e o travo. Caminho até a porta, abro e estranho: não vejo ninguém. Passo pela cozinha, mas não há uma alma viva por ali. Decido ir até a parte da frente, onde fica o café, e, assim que entro, levo um susto.
— Surpresa! — ouço um coro, e vejo