Eu só posso ter jogado pedra na Cruz, não aguento mais tanta pancadaria, meu Deus!
— Para Lucas, pelo amor de tudo que é mais sagrado, para! — Eu imploro enquanto ele me joga de um lado para o outro sem sequer ouvir o que estou falando.
— Vagabunda! Você é uma vergonha na minha vida, um desgosto atrás do outro. — Ele fala e eu fico sem entender.
— O que eu fiz? Para… por favor, para! — Peço com a voz embargada pelo choro.
— Agora não sabe o que fez? Tadinha dela, tão pura e tão inocente! Quem