Meus olhos se abrem devagar e cada piscada parece um esforço sobre-humano.
Tento me mexer… e Deus, tudo dói. Até respirar fundo dói, parece que o ar é cheio de caquinhos de vidro.
Então, olho em volta e reconheço o porão.
Meu corpo recebe um tranco quando os flashes surgem de repente na cabeça.
Azrion. O beco. Samiel.
Sento na cama de uma vez, reprimindo um gemido pela fincada nas costas. E aí, meus olhos o encontram: no sofá, cabeça baixa, cotovelos nos joelhos.
Meu coração dispara e essa se