A DECISÃO
MATTEO E PALOMA
O quarto ainda estava envolto em uma luz suave, filtrada pelas cortinas de um tecido leve que dançavam sutilmente com a brisa.
— O silêncio ali era distinto do barulho do corredor; não havia tensão, mas sim uma calma delicada, como se o próprio ar tivesse se acomodado para não perturbar aquele milagre.
Paloma estava deitada, pálida e conectada aos aparelhos que bipava de forma rítmica, um lembrete constante de sua luta, mas ainda assim, viva, e, naquele insta