— Olhe para mim, filha — pediu Cecília.
Não estava com ânimo para ver ninguém, mas, pela insistência dela, olhei lentamente, como se pedisse por misericórdia.
— Tenha paciência — disse ela, com voz suave. — Em breve, meu filho estará ao seu lado novamente.
— Não sinto isso, minha sogra. No entanto, esperarei em nossa casa. Não entendo por que Oscar fez essa maldade com meu marido. Nunca irei perdoá-lo por essa injustiça.
— Eu entendo, mas neste momento você precisa pensar em si mesma. Não pense