Ele continua sorrindo, um brilho despreocupado nos olhos.
—Ainda sigo alguns costumes, mas, em relação a relacionamentos, sou livre. Embora saiba que meu pai adoraria me ver casado com uma mulher do meu povo, não é uma exigência como acontece em algumas famílias por aqui.
Uma inquietação se instala em mim. Minhas palavras escapam com uma naturalidade forçada:
—E se Okan gostar de alguém de fora? —Minha voz soa calma, mas meu coração martela no peito.
Ômer ri, um som grave e ligeiramente amargo.