E, naquele momento, o mundo lá fora deixou de existir.
Tia Olga me envolveu num abraço apertado, o rosto banhado em lágrimas que escorriam sem controle. Era evidente sua emoção, quase palpável no ar.
As “malucas” se aproximaram em trajes inusitados de sereia. Os vestidos mignons realçavam cada curva de seus corpos, enquanto os decotes generosos atraíam olhares discretos — e outros nem tanto. Achei graça ao perceber as entortadas de nariz dos parentes de Okan enquanto elas avançavam, alheias aos julgamentos.
Letícia foi a primeira a me abraçar.
— Pa