Por mais que Dom não quisesse se envolver, algo nela mexia demais com ele, ele a beijou lentamente; foram emendando um beijo no outro até perderem o fôlego. Novamente ele se corou, respirou fundo, desconcertado.
— Está calor hoje, vamos lá, tomar sorvete.
Marvila respondeu limpando o rosto borrado de batom.
— Você que dá calor, com essa roupa.
Dom perguntou, confuso:
— O quê? Te dou calor?
Ela percebeu que havia falado demais e começou a rir, muito envergonhada.
— Calor… você deve estar quente.