Marvila se sentou ao lado dele na beira da cama, tentando controlar o coração acelerado. Passou a mão devagar pelo braço dele e murmurou:
— Eu estou aqui para te ajudar, Dom. Vamos… vai tomar um banho, você precisa despertar um pouco. Depois, a gente janta.
Ele virou o rosto lentamente para ela, com os olhos semicerrados, e deixou a mão escorregar pelas costas dela num gesto que a deixou em alerta.
— Quero tomar banho com você… na banheira. — falou, com a voz rouca, e um sorriso cansado nos láb