Quando nos separamos um pouco tempo depois, naquela mesma bagunça ofegante que sempre parecemos, eu nem espero muito tempo para recuperar o fôlego antes de fazer a pergunta que estava na minha cabeça faz um tempo considerável.
-E então, quando planejava me contar que é um lobisomem? -Ele fica estático e me olha com uma cara tão confusa que chega a ser fofa.
-O que? -Ele me pergunta, com seu tom de voz refletindo os mesmos sentimentos de confusão que estavam cravados na sua expressão.
-Quando.