O motor do SUV negro ainda vibrava quando Alejandro Rojes desceu, sem pressa. A porta bateu com força atrás dele, e o som seco ecoou pelo beco estreito como um aviso de morte. Ele caminhava como se a rua lhe pertencesse — e, de certo modo, pertencia.
Ao lado, Ramirez o seguia em silêncio. Olhos atentos, postura firme. Leal até o último fôlego.
— Duarte tá ali dentro. Dois seguranças com ele. Rindo, bebendo... como se já tivessem vencido — disse Ramirez, a voz fria como aço.
Alejandro apenas