Ryan Pov
“Ainda te resta um,” digo com frieza, e minha voz carrega o peso de um juízo final.
Meu olhar repousa em Dante. Ele está em frangalhos. Seu corpo treme convulsivamente, as lágrimas escorrem pelo rosto sem qualquer controle, como se o choro tivesse se tornado parte de sua respiração.
Ele não é mais o mesmo sujeito altivo que conheci, não é o mesmo filho orgulhoso de Murphy. Agora, é apenas um garoto quebrado diante do cadáver da irmã. A dor está estampada em cada traço do seu rosto, uma