— Pergunta a ele — disse Jeremy de novo, ainda de frente para a janela. — E observa o rosto dele com muita atenção quando ele responder.
Abaixei-me e peguei a carta do chão, minhas mãos tremendo agora por um motivo diferente do de antes. Tudo naquele cômodo parecia mais nítido de repente — o cheiro de uísque, o vidro frio da janela, a distância entre mim e um homem que um dia achei que entendia. A caligrafia do meu pai ficou dobrada contra a minha palma, prova de uma vida que eu nunca chegara a