Mundo de ficçãoIniciar sessãoLarissa
Quando a porta se fechou após a saída de Marina, o silêncio que ficou para trás era denso demais para ser suportado em pé. Desmoronei no tapete da sala, sentindo como se o veneno daquelas palavras tivesse paralisado meu corpo. Chorei compulsivamente — um pranto que queimava as faces e apertava o peito. Marina havia vencido. Eu estava encurralada.Arrastei-me até o quarto, escondendo minha ruína para que ninguém me visse naquele estado. Deitei na cama e






