O salão Montserrat estava lotado. Câmeras posicionadas em todos os ângulos, jornalistas sussurrando teorias entre si, e as luzes quentes dos refletores aquecendo a sala tanto quanto a tensão do momento.
Eu sentia Savannah ao meu lado, impecável como sempre — forte, serena, determinada. Mas antes que ela pudesse dar o primeiro passo à frente, segurei sua mão com firmeza.
Ela me olhou, confusa. Eu me aproximei, falando apenas para ela:
— Confia em mim. Deixe comigo desta vez, você já fez muito.