Ela estava ali. Depois de tanto tempo. Depois do silêncio. Depois do sumiço covarde que eu precisei.
Mas enquanto ela me encontrou naquela livraria em Paris, eu percebi uma coisa: Eu não a merecia.
Não depois do que eu fiz.
Não depois do que eu causei à melhor amiga dela.
Não depois de tê-la deixado no hospital, implorando para eu não destruir o pouco que restava entre nós.
O problema de amar Savannah não era a intensidade. Era o peso.
Ela era um vendaval disfarçado de calma. E eu… um homem que