Eu não sabia qual era o caminho certo. Só sabia que precisava andar. Cada passo até o prédio onde Savannah morava parecia pesar o triplo. A última vez que estive ali, bati à porta e quem abriu foi ela: Isabelle. Ela não gritou. Não bateu a porta na minha cara. Mas o silêncio dela gritou mais alto do que qualquer acusação.
Agora eu estava ali de novo, e rezava em silêncio para que ela me deixasse falar. Bati na porta. Uma. Duas vezes. Ela abriu. Olhos fixos. Braços cruzados.
— O que você quer, T