Eu queria rir. Rir de nervoso. Rir do absurdo. Porque era absurdo.
Thomas não tinha mudado, e parecia que isso jamais aconteceria. Ele continuava sendo um homem egoísta. E ainda implorava para ser escutado, para ser aceito, mas era incapaz de aceitar a realidade que me afetava. As suas súplicas eram egoístas demais para serem ignoradas.
Era uma súplica velada, coberta pelo orgulho e pela arrogância que ele usava como armadura, mas ainda assim, uma súplica.
O silêncio no quarto do hospital pare