Acordo com a luz suave da manhã filtrando-se pelas cortinas do hotel. Meu primeiro instinto é esticar o braço, procurando o calor do corpo de Savannah, mas não encontro nada. Abro os olhos, piscando algumas vezes, e o vazio ao meu lado me atinge como um soco no estômago. A cama ainda está ligeiramente desarrumada onde ela dormiu, mas ela não está aqui.
Franzo o cenho, sentando-me lentamente.
— Savannah? — chamo, minha voz rouca, ainda sonolento.
Nenhuma resposta.
Levanto-me e caminho até o banh