Entrei no carro e bati a porta com mais força do que o necessário. Minhas mãos tremiam no volante, meu coração disparado como se eu tivesse acabado de correr uma maratona.
Droga. Eu não deveria ter vindo. Não deveria ter parado quando ouvi minha mão falar sobre ele. Não deveria ter me permitido sentir qualquer coisa quando nossos olhos se cruzaram. Mas, mais do que tudo, eu não deveria ter deixado ele me tocar.
Olhei para minhas mãos, como se ainda sentisse o calor da pele dele nelas. Thoma