O sol ainda não tinha subido completamente quando Marcelo já estava de pé na entrada da mata.
A noite mal dormida pesava no rosto dele. A camisa ainda cheirava a pólvora e terra úmida. O rádio preso à cintura parecia mais pesado do que o normal.
Diego chegou logo depois, segurando uma lanterna e um pedaço de pano sujo de terra.
— A gente começa de onde ouviu o tiro — disse.
Júnior veio por último, claramente inquieto.
— Se elas sobreviveram…
Marcelo cortou:
— Não termina a frase.
A mata estava